Biocombustíveis

EUA querem elevar fatia de renováveis a 7,95% em 2011

Monday, 19 de July de 2010

A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA, na sigla em inglês) propôs ontem uma série de padrões que poderão exigir que 7,95% de todo o combustível usado nos transportes do país compreenda fontes renováveis, como o etanol, em 2011.
As diretrizes para o ano que vem foram divulgadas como parte do Ato de Independência e Segurança em Energia de 2007, que exige a elevação anual da utilização de biocombustíveis, com objetivo de totalizar 36 bilhões de galões até 2022 - um galão equivale a 3,79 litros.
A proposta divulgada ontem aumentaria o volume total de combustível renovável no ano que vem em 7,7% sobre os 13,95 bilhões de galões de 2010. A maior parte desse biocombustível será constituída de etanol de milho, misturado à gasolina. O milho é a principal matéria-prima do álcool combustível no país.
A EPA informou que as partes envolvidas, como refinarias, terão de misturar de 5 a 17,1 milhões de galões de etanol avançado de celulose, que é feito de espiga de milho e outras partes vegetais. O intervalo estabelecido é amplo porque a tecnologia para produzir etanol de celulose é muito menos avançada do que para outros biocombustíveis, dificultando medir com precisão quanto será viabilizado.
As regras pedem que 16 bilhões de galões deste biocombustível avançado sejam misturados à gasolina em 2022. Neste ano, a exigência é de que 6,5 milhões de galões de etanol de celulose sejam misturados, embora não esteja claro se a meta será alcançada.



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