Biocombustíveis

Usina investe na mecanização

Sunday, 11 de July de 2010

Depois de assinar voluntariamente to Protocolo Agroambiental, que prevê a mecanização da colheita e o fim da queima da palha da cana-de-açúcar, a usina Açúcar Guarani S.A., que está presente, entre outros municípios, em Guaíra, Colina e Olímpia, saiu na frente e está capacitando os qualifuncionários para que eles possam ser absorvidos pela empresa ou inseridos no mercado de trabalho.
Atualmente, os cortadores de cana-de-açúcar da Guarani participam de um curso de formação para borracheiro, que começou em abril. O objetivo do programa é treinar e requalificar estes trabalhadores para outras funções dentro do setor sucroenergético e depois aproveitá-los nas áreas automotiva, como borracheiro. O curso, oferecido a 20 trabalhadores, está sendo realizado em parceria com a Pirelli, que disponibiliza profissionais para realizarem a supervisão.
Durante a formação prática, os cargos dos trabalhadores permanecem inalterados e eles rurais recebem a média salarial dos últimos três meses no campo. Após o curso eles são avaliados e de acordo com a avaliação, serão deslocados para a área automotiva de cada unidade que estava em treinamento. De acordo com a Usina Guarani, 70% da produção já é fruto da colheita mecanizada.
Com assinatura do Protocolo Agro-ambiental, a usina se comprometeu a extinguir, até 2011, a queima da palha da cana. Em maio deste ano, a Guarani., uma subsidiária da Tereos Internacional, celebrou um contrato com os acionistas da Usina Mandu S.A, de Guaíra, para adquirir integralmente a unidade industrial processadora de cana-de-açúcar, por R$ 345 milhões. A aquisição foi celebrada pela subsidiária da Guarani, a Cruz Alta Participações S.A., uma sociedade formada em 51% pela Guarani e 49% pela Petrobras Biocombustível.

Jornal de Barretos



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