Biocombustíveis

RENOVABIO: SANCIONE Presidente!

Friday, 29 de December de 2017

RENOVABIO: SANCIONE Presidente!

A Feplana prevê que o montante deve ser aplicado, na sua maioria, na construção de novas usinas para a produção de mais etanol no Brasil. Atualmente, o combustível é majoritariamente fabricado a base de cana de açúcar - combustível mais eficiente, com maior qualidade e com menor capacidade poluente dentre as outras matrizes agrícolas para este fim.

A entidade diz ainda que o investimento previsto também será aplicado na adequação dos parques produtivos existentes, mas com capacidade parcialmente ociosa, que é o caso da maioria das usinas brasileiras.

Na região do Nordeste, por exemplo, as unidades fabris sucroalcooleiras operam, no máximo, com apenas 70% de suas capacidades produtivas, conforme avalia a União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida) - entidade que reúne cerca de 21 mil produtores de cana nos estados produtores do local.

Em Pernambuco, a ociosidade é ainda superior. A Associação dos Fornecedores de Cana desse estado (AFCP) estima que hoje esteja em 40% a ociosidade das usinas pernambucanas.

"O Renovabio pode contribuir diretamente para mudar este triste cenário", ressaltou Alexandre Andrade Lima, presidente da Feplana e da AFCP.

A Feplana realça que além desses novos investimentos, que já devem iniciar em 2018, na medida que o produtor precisa ir se preparando para o possível cenário promissor a partir de 2020, o RenovaBio ainda gerará uma economia interna de 300 bilhões de litros em gasolina e diesel importados até 2030.

"Essa economia deriva da troca substituição dos derivados de petróleo pelo combustível renovável, produzido localmente, com destaca ao etanol à base de cana, diante da política e segurança de estímulo ao seu uso", diz Lima. No geral, a troca pela matriz limpa será responsável por geração de milhões de novos postos de trabalho.



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